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Publicado em maio 18th, 2016 | by Editorial De Seguranca.com.br

Estado Islâmico está na defensiva e perdendo território, dizem EUA

Se as informações dadas por uma autoridade do alto escalão dos Estados Unidos, no último domingo (15), foram verdadeiras, o Estado Islâmico está começando a perder terreno.

De acordo com uma publicação do portal R7, o EI não ganhou muito terreno desde a tomada da cidade de Ramadi, no Iraque, a um ano atrás, o motivo teria sido pela força da coalizão que os Estados Unidos lideram, no Iraque e na Síria, que te, tido o auxílio de uma inteligência melhor e forças locais melhores equipadas.

O Estado Islâmico “está encolhendo, por isso está bastante na defensiva”, afirmou Brett McGurk, enviado especial de Barack Obama, presidente norte-americano, para a luta contra o grupo terrorista, em uma coletiva de imprensa em Amã. Ele citou ainda um acontecimento recente, quando a coalizão localizou e atacou depósitos onde o EI guardava dinheiro, em Mosul e “levou centenas de milhões de dólares de seus cofres”. Esse fato obrigou os terroristas a cortarem salários de seus combatentes, pela escassez de fundos.

 

O controle do Estado Islâmico
O Estado islâmico tem controle sobre as cidades de Raqqa na Síria e Mosul no Iraque, e de acordo com McGurk, os esforços da coalizão para capturar as duas cidades estão começando mostrar sinais de progresso. “Estamos realizando ataques cirúrgicos em Mosul quase todos os dias. Existe uma pressão sincronizada e constante.”, disse McGurk. Ele ainda afirmou que está bem claro o nervosismo do grupo extremista com o cerco que se fecha, mostra disso foram as execuções públicas na principal praça de Mosul e também a interrupção geral dos serviços de internet.

Informações obtidas pelas forças especiais dos Estados Unidos no ano passado, facilitaram que a coalizão consiga visar com mais precisão os militantes e eles pretendem começar uma campanha de pressão em Raqqa muito em breve.

No mês passado o presidente americano decidiu o número de forças especiais no norte da Síria, isso ajudará a acelerar os avanços das forças locais com o apoio dos EUA, segundo McGurk.

Fonte: Hora Brasil

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